O recente caso de uma turista sueca atingida por uma bala perdida na Rua Augusta, em plena Baixa de Lisboa, voltou a colocar a segurança no centro das preocupações.
Mas, para a UACS – União de Associações do Comércio e Serviços, esta não é uma preocupação nova.
Há vários anos que a UACS alerta para problemas de segurança, fiscalização, iluminação e utilização do espaço público na Baixa de Lisboa e tem solicitado à Câmara Municipal de Lisboa a adoção de medidas concretas.
O que aconteceu agora demonstra que não podemos continuar apenas a reagir depois de os problemas acontecerem.
É necessário prevenir e agir antes que situações desta natureza se repitam ou que outros problemas se agravem e se alastrem.
A UACS defende:
* Mais policiamento de proximidade e patrulhamento apeado;
* Maior presença das autoridades nos locais e horários de maior risco;
* Melhoria da iluminação pública;
* Fiscalização efetiva das atividades ilícitas e da ocupação do espaço público;
* Avaliação da videovigilância nas zonas onde seja legalmente possível, necessária e proporcional;
* Uma intervenção coordenada entre Câmara Municipal, Governo, forças de segurança e restantes entidades competentes.
Não queremos alarmismo. Queremos prevenção, segurança e ação.
A Baixa é o coração histórico, comercial e turístico de Lisboa. É um espaço onde trabalham milhares de pessoas, onde existem centenas de empresas e estabelecimentos comerciais e por onde passam diariamente residentes e visitantes.
A segurança não é um luxo. É uma condição essencial para a atividade económica, para o comércio, para o turismo e para a qualidade de vida de quem vive e trabalha na Baixa.
Por isso, a UACS associa-se à Petição Pública pela Segurança da Baixa de Lisboa e apela às entidades competentes para que sejam tomadas medidas concretas.
A UACS alerta há anos.
Agora é tempo de agir.
Não podemos esperar que o problema se agrave para depois intervir.
👉 Assine e divulgue a Petição Pública pela Segurança da Baixa de Lisboa:
https://peticaopublica.com/mobile/pview.aspx?pi=PT132554
Uma Baixa segura é uma Baixa viva.
E uma Baixa viva é essencial para o futuro de Lisboa.
